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CIRURGIAS

Negativa de cirurgia de alta complexidade, prótese ou material

Técnicas robóticas, materiais importados, próteses, órteses e dispositivos indispensáveis ao ato cirúrgico estão entre as recusas mais frequentes das operadoras.

Conteúdo informativo. Cada caso exige análise individual e não há promessa de resultado.

Tecnologia de cirurgia robótica e equipamentos médicos de alta complexidade
SITUAÇÕES FREQUENTES

Quando a negativa acontece

Técnica cirúrgica recusada

O plano autoriza o procedimento, mas nega a técnica robótica ou videolaparoscópica indicada pelo cirurgião.

Material ou prótese negados

A operadora exclui OPME, prótese ou órtese descrita como indispensável no relatório cirúrgico.

Troca de marca ou fornecedor

É imposto material diverso do indicado, sem justificativa técnica do médico responsável pelo procedimento.

Cirurgia adiada sem resposta

A autorização não sai e a data cirúrgica é remarcada sucessivas vezes, com risco descrito pelo profissional.

DOCUMENTOS

Documentos que costumam ser necessários

  • Relatório cirúrgico com descrição da técnica e justificativa da escolha.
  • Lista de materiais, próteses e órteses solicitados, com três marcas quando exigido.
  • Pedido de internação e data prevista do procedimento.
  • Negativa escrita ou protocolo da recusa.
  • Contrato do plano, carteirinha e comprovação de carência cumprida.
  • Exames de imagem e laudos que fundamentam a indicação.

Não é necessário enviar nada agora. Nesta etapa não solicitamos laudos, diagnósticos ou anexos.

CRITÉRIOS

O que a análise considera neste tipo de caso

  • Cobertura contratual do procedimento cirúrgico em si.
  • Vinculação do material ao ato cirúrgico coberto.
  • Justificativa técnica da técnica escolhida pelo cirurgião.
  • Regularidade do material perante a Anvisa.
  • Existência de alternativa equivalente na rede credenciada.
  • Urgência e risco de agravamento descritos no relatório.
ETAPAS

Como funciona a análise

  1. 01

    Triagem documental

    Conferência do que já existe: prescrição, relatório, negativa, contrato e comprovações do vínculo com o plano.

  2. 02

    Análise do contrato, do rol e das evidências

    Leitura das cláusulas de cobertura, das diretrizes aplicáveis e da literatura médica que embasa a indicação.

  3. 03

    Orientação sobre a via administrativa ou judicial

    Explicação das alternativas cabíveis, dos riscos envolvidos e do que pode ser tentado junto à operadora e à ANS.

  4. 04

    Acompanhamento do caso

    Condução do que for contratado, com informação periódica sobre andamento, exigências e decisões.

Quando houver urgência e documentação adequada, poderá ser avaliada medida com pedido de tutela de urgência.

PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas sobre cirurgia de alta complexidade

TRIAGEM INICIAL

Solicitar análise documental

Dr. José Ricardo AdamDireito da Saúde e Planos de Saúde. Atendimento em todo o Brasil, com sigilo profissional.

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