Técnica cirúrgica recusada
O plano autoriza o procedimento, mas nega a técnica robótica ou videolaparoscópica indicada pelo cirurgião.
Técnicas robóticas, materiais importados, próteses, órteses e dispositivos indispensáveis ao ato cirúrgico estão entre as recusas mais frequentes das operadoras.
Conteúdo informativo. Cada caso exige análise individual e não há promessa de resultado.

O plano autoriza o procedimento, mas nega a técnica robótica ou videolaparoscópica indicada pelo cirurgião.
A operadora exclui OPME, prótese ou órtese descrita como indispensável no relatório cirúrgico.
É imposto material diverso do indicado, sem justificativa técnica do médico responsável pelo procedimento.
A autorização não sai e a data cirúrgica é remarcada sucessivas vezes, com risco descrito pelo profissional.
Não é necessário enviar nada agora. Nesta etapa não solicitamos laudos, diagnósticos ou anexos.
Conferência do que já existe: prescrição, relatório, negativa, contrato e comprovações do vínculo com o plano.
Leitura das cláusulas de cobertura, das diretrizes aplicáveis e da literatura médica que embasa a indicação.
Explicação das alternativas cabíveis, dos riscos envolvidos e do que pode ser tentado junto à operadora e à ANS.
Condução do que for contratado, com informação periódica sobre andamento, exigências e decisões.
Quando houver urgência e documentação adequada, poderá ser avaliada medida com pedido de tutela de urgência.
Dr. José Ricardo Adam — Direito da Saúde e Planos de Saúde. Atendimento em todo o Brasil, com sigilo profissional.