Patrimônio, urbanismo e meio ambiente

Processos administrativos envolvendo patrimônio público, terras e proteção cultural

Atuação em ocupação e cessão de bens públicos, regularização fundiária, processos agrários e proteção do patrimônio cultural.

Defesa e assessoria em processos perante SPU, INCRA e IPHAN e em questões de uso de bens públicos.

Para quem é

Quem procura esta frente de atuação

  • Ocupantes e cessionários de terrenos da União
  • Produtores rurais e proprietários em processos do INCRA
  • Proprietários de imóveis em áreas de proteção cultural
  • Empresas com uso de bens públicos por permissão ou cessão

Situações que exigem atenção

Sinais de que o caso já exige acompanhamento técnico

  • Cobrança de taxa de ocupação ou foro de terreno de marinha
  • Processo de cancelamento de inscrição de ocupação
  • Notificação do INCRA em processo de regularização ou demarcação
  • Embargo de obra por interferência em bem tombado ou sítio protegido

O que é o procedimento

Como o procedimento funciona

Bens públicos têm regime jurídico próprio: são, em regra, inalienáveis enquanto afetados e seu uso privativo depende de título formal — permissão, cessão, concessão de uso ou enfiteuse, conforme o caso.

A SPU administra os bens da União e conduz processos de inscrição, cobrança e cancelamento; o INCRA atua em regularização fundiária e questões agrárias; o IPHAN autoriza intervenções em bens protegidos.

Em todos esses processos, a prova documental da posse, do uso e das autorizações anteriores é decisiva, assim como a observância dos prazos de manifestação indicados nas notificações.

Não existe prazo universal em Direito Administrativo: o prazo aplicável deve ser conferido no próprio ato recebido e na norma que rege o procedimento.

Riscos e consequências

O que pode decorrer da omissão ou da defesa mal instruída

  • Perda do direito de uso do bem público
  • Cobrança retroativa de taxas e encargos
  • Embargo de obra e obrigação de desfazimento
  • Reflexos em financiamentos e registros imobiliários

Como a defesa é estruturada

Eixos técnicos de trabalho

  • Levantamento da cadeia dominial e do histórico de ocupação
  • Discussão da natureza do bem e da correta caracterização do domínio
  • Impugnação de cálculos de taxa de ocupação e foro
  • Requerimento de autorização e adequação de projeto perante o IPHAN
  • Negociação administrativa e, quando necessário, medida judicial

Fases de atuação

Fases em que o escritório pode atuar

  1. 01

    Prevenção e consultoria

    Leitura da norma aplicável, organização de documentos e adequação de rotinas antes que o problema se converta em processo.

  2. 02

    Fiscalização e resposta a intimação

    Acompanhamento da diligência, manifestação sobre exigências e preservação de prova desde o primeiro contato com o órgão.

  3. 03

    Defesa e instrução

    Defesa escrita, requerimento de provas, perícias, oitivas e acompanhamento dos atos instrutórios.

  4. 04

    Alegações finais e julgamento

    Síntese técnica da prova produzida, enfrentamento do relatório e sustentação perante a autoridade julgadora.

  5. 05

    Recurso e revisão

    Recursos às instâncias administrativas cabíveis e pedidos de revisão quando surgem fatos ou provas novas.

  6. 06

    Negociação e controle judicial

    Soluções consensuais, quando juridicamente admitidas, e medidas judiciais contra atos administrativos ilegais.

Documentos para análise

O que reunir

  • Matrícula, escritura e certidões do imóvel
  • Notificações e processos administrativos abertos
  • Comprovantes de pagamento de taxas e foro
  • Projetos, laudos e autorizações anteriores
  • Documentos de posse e de uso continuado

Esfera territorial

Onde a atuação acontece

  • Imóveis em municípios da Grande São Paulo
  • Áreas rurais e urbanas no Estado de São Paulo
  • SPU, INCRA e IPHAN, na esfera federal

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre patrimônio público, spu, incra e iphan

Fontes oficiais

Referências normativas

Conteúdo de caráter meramente informativo. Não constitui consulta jurídica nem garantia de resultado; a orientação depende da análise do caso concreto, dos documentos e da norma aplicável ao procedimento.

Solicitar análise jurídica

Descreva o ato recebido e o órgão envolvido. O contato inicial serve para entender o procedimento e verificar o prazo indicado no próprio documento.

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